sábado, 13 de novembro de 2010

Fotografia Contemporânea por Reverson


Zé De Boni
São Paulo, SP, 1951
Biografia
Graduou-se em biologia pela Universidade de São Paulo em 1973 e no ano seguinte iniciou a carreira como fotógrafo profissional. Estudioso e pesquisador, tem participação atuante na cena fotográfica brasileira através de cursos, palestras e consultorias. Dirigiu laboratórios profissionais por cerca de 10 anos e criou a Álbum, galeria especializada em fotografia no país, na qual realizou exposições entre 1980 e 1982. Desenvolve ensaios fotográficos sobre paisagem e natureza como o livro e a exposição intitulados Paisagem Mágica, que lhe conferiu o Prêmio Fotógrafo do Ano, concedido pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo em 1990. Dedicou-se também à pesquisa técnica e teórica sobre preservação e processamento da fotografia em preto e branco, com o apoio da Bolsa Vitae de Artes que recebeu em 1994. Foi curador da exposição e autor do livro Verde Lente – Fotógrafos Brasileiros e a Natureza, que teve a participação de 67 fotógrafos engajados na luta pela preservação da natureza e do meio ambiente no Brasil.
Mostras individuais
1975 – Zé de Boni: Fotografias, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
1990 – Paisagem Mágica – Fotografias da Chapada Diamantina, Museu da Imagem e do Som, São Paulo
1995 – Vestígios de Esperança, Fundação Cultural de Curitiba
Exposições coletivas
1980 – Foto-objeto, Álbum, São Paulo
1981 – Auto-Retrato, Funarte, Rio de Janeiro
1983 – Avenida Paulista, Galeria de Arte do Sesi, São Paulo
1989 – Brasil, Cenários e Personagens, Funarte, Rio de Janeiro
1991 – Alcatrazes: pela criação do Parque Nacional Marinho, Museu da Imagem e do Som, São Paulo
1991 – 2º. Studio Internacional de Tecnologia de Imagem, Sesc/Unesp, São Paulo
1991 – Incursion à Travers l’Imaginaire dans la Photographie Brésillienne,
Rencontres Internationales de la Photographie, Arles, França
1991 – An exchange of Concepts on the American Landscape, Centro Colombo Americano de Medellin, Colômbia
1993 – Fokus: Slovenija, Ljubljanska Bank, Ljubljana, Eslovênia
1993 – Fotografia Brasileira Contemporânea: anos 70 a 80, 1º. Mês Internacional da Fotografia, Sesc-Pompéia, São Paulo
1997 – Verde Lente – Fotógrafos Brasileiros e a Natureza, Museu de Arte Moderna de São Paulo
2000 – Ecos do Século, Museu da Imagem e do Som, São Paulo
2002 – A Fotografia Contemporânea Brasileira através da Coleção Joaquim Paiva: Visões e Alumbramentos, Oca, São Paulo
Publicações
- Paisagem Mágica: fotografias da Chapada Diamantina. São Paulo: Empresa das Artes,1989
- Verde Lente - Fotógrafos Brasileiros e a Natureza. São Paulo: Empresa das Artes,1994.


Cipós







 fonte:
http://www.colecaopirellimasp.art.br/autores/75



Fotografia Contemporânea por Rogélia

Fotografia Contemporânea por Carol

J.R.Duran
Barcelona,Espanha,1952
Biografia:
Radicado no Brasil desde 1970, formou-se em Comunicação na Faculdade Anhembi e começou a carreira de fotógrafo
em São Paulo. Estabeleceu seu estúdio em 1980 e passou a colaborar com as mais importantes revistas nacionais e internacionais de moda. Ganhou dez prêmios de fotografia da Editora Abril e três prêmios Multimoda, concedido ao melhor fotógrafo de moda do país. Entre 1989 e 1994, viveu em Nova Iorque, onde atuou na publicidade e na moda. Retornou ao Brasil em 1995 e passou também a dirigir filmes publicitários. Vive em São Paulo.
Não tenho arquivo fotográfico que retroceda a mais de cinco anos.
Não tenho memória. Mas me lembro que nasci em Barcelona em julho de mil novecentos e cincoenta e dois e que vim morar no Brasil em janeiro de mil
novecentos e setenta. Trabalho e trabalhei para todas as revistas de moda deste país: Playboy, Pop, Manequim, Capricho, Claudia,Mais,Nova, Marie Claire, Vogue,  Nova Beleza, Vip, Elle, República. Mencione qualquer uma, que eu est(ou)ive lá. Com a revistaPlayboy tenho uma cumplicidade que em dezembro deste ano fará vinte anos.
De mil novecentos e oitenta e nove até mil novecentos e noventa e cinco residi em New York e comecei a colaborar para o resto das revistas do mundo inteiro:
Harper`s Bazaar USA, Elle França, Elle Espanha, Elle United Kingdom,  Tatler, Mademoiselle, Glamour, Marie Claire Espanha,Vogue Espanha, Madame   Figaro,  Amica, Elle Italia, Vogue Alemanha.

Ao mesmo tempo fiz sempre muita publicidade para clientes como: Philip Morris, British Tobaco, Maybelline, American Express, Elisabeth Arden, Itau, L’Oreal, Ellida Gibs, Nestle, Volkswagen, Renault, Johnson & Johnson, United Distillers. Aqui ou fora do Brasil.

Não tenho uma lista de prêmios. Mas me lembro que um ano, no Prêmio Abril de Jornalismo me deram um ‘hors concours’ porque parece que tinha ganho prêmios demais e assim não poderia continuar concorrendo.
(Palavras do fotógrafo Josep Ruaix Duran)


Fontes:
(acesso em 07/11/2010)
(acesso em 07/11/2010)

Fotografia Contemporânea por Alexandra

DANIEL AUGUSTO


Biografia
Daniel Augusto Raposo de Sá nasceu na Maia, S. Miguel, Açores, a 2 de Março de 1944. Reside na Rua dos Foros, 8, 9625 Maia (S. Miguel).



FOTO TIRADA POR DANIEL


portalalone.terra.com.br/.../exposicao-de-fotos-dos-100-anos-do-corinthians- 2130


SEBASTIÃO RIBEIRO SALGADO

Sebastião Ribeiro Salgado (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944) é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano. "Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair" diz Sebastião Salgado. "Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo".

          FOTO TIRADA POR SEBASTIÃO SALGADO

pt.wikipedia.org/wiki/Sebastião_Salgado
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VICK MUNIZ

Vicente José Muniz (São Paulo SP 1961). Fotógrafo, desenhista, pintor e gravador. Cursa publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo. Em 1983, passa a viver e trabalhar em Nova York. Realiza, desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, à percepção e à representação de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação. Faz uso de técnicas diversas e emprega nas obras, com freqüência, materiais inusitados como açúcar, chocolate líquido, doce de leite, catchup, gel para cabelo, lixo e poeira. Em 1988, realiza a série de desenhos The Best of Life, na qual reproduz, de memória, uma parte das famosas fotografias veiculadas pela revista americana Life. Convidado a expor os desenhos, o artista fotografa-os e dá às fotografias um tratamento de impressão em periódico, simulando um caráter de realidade às imagens originárias de sua memória. Com essa operação inaugura sua abordagem das questões envolvidas na circulação e retenção de imagens. Nas séries seguintes, que recebem, em geral, o nome do material utilizado - Imagens de Arame, Imagens de Terra, Imagens de Chocolate, Crianças de Açúcar etc. -, passa a empregar os elementos para recriar figuras referentes tanto ao universo da história da arte como do cotidiano. Seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com os materiais, normalmente instáveis e perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. Nessas séries, as fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho. Sua obra também se estende para outras experiências artísticas como a earthwork e as questões envolvidas no registro dessas criações.

       OBRA DE VICK MUNIZ

Obra que Vik Muniz criou especialmente para a abertura da novela 'Passione'. Instalação foi filmada pela equipe de Hans Donner e será exibida diariamente a partir de segunda (17). (Foto: Divulgação/TV Globo)

artenociejafo.blogspot.com/.../biografia-de-vik-muniz.html
g1.globo.com/.../vik-muniz-cria-abertura-de-passione-e-se-diz-filho-da-cultura-de-massa.html


MIGUEL RIO BRANCO
Miguel da Silva Paranhos de Rio Branco (Las Palmas de Gran Canaria, Espanha 1946). Fotógrafo, diretor de fotografia, pintor. Filho de diplomata, vive a infância e adolescência entre Espanha, Portugal, Brasil, Suíça e Estados Unidos. Pintor autodidata, em 1964 expõe pela primeira vez numa galeria em Berna, Suíça. Em 1966, estuda no New York Institute of Photography [Instituto de Fotografia de Nova York] e, dois anos depois, na Escola Superior de Desenho Industrial - Esdi, no Rio de Janeiro. De 1969 a 1981, dirige filmes experimentais e trabalha como diretor de fotografia e cameraman para cineastas como Gilberto Loureiro (1947) e Júlio Bressane (1946). Paralelamente, atua como fotógrafo documental. Entre 1978 a 1982, é correspondente da Agência Magnum, em Paris, e se destaca pelo uso de cores saturadas em seus trabalhos. Nos anos 1980, realiza instalações audiovisuais utilizando fotografia, pintura e cinema e expõe com freqüência no Brasil e no exterior. Recebe diversos prêmios, entre eles Prêmio Kodak da Crítica Fotográfica, em 1982, Bolsa de Artes da Fundação Vitae, em 1994, e Prêmio Nacional de Fotografia da Fundação Nacional de Arte - Funarte, em 1995. É autor dos livros Dulce Sudor Amargo, 1985, Nakta, 1986, Miguel Rio Branco, 1998, Silent Book, 1998 e Entre Olhos o Deserto, 2001.

        FOTO DE MIGUEL RIO BRANCO
www.confoto.art.br/index.php?...miguel-rio-branco...

Fotografia Contemporânea por Rosânia

SEBASTIÃO SALGADO


Nasceu em 1944 no estado de Minas Gerais, Brasil. Em 1968 obteve um mestrado em economia nas universidades de São Paulo e Venderbit. De 1969 a 1971 freqüenta, em País, a Escola Nacional de Estatística Econômica. Em 1971 obtêm o doutoramento.De 1971 a 1973 trabalhava em África para a Organização Internacional do Café. Aí surge a sua paixão pela fotografia. Regressa a País e começa a trabalhar como repórter fotográfico.
Os seus primeiros trabalhos são realizados em África. De 1977 a 1983 viaja ela América Latina e publica um livro de fotografias intitulado "Outras Américas". Em 1979 começa a trabalhar para a agência Magnum.
Em 1986, inicia um projeto sobre o desaparecimento do trabalho manual que termina em 1993 com o seu álbum "Trabalhadores".
Em 1998 ganhou o prêmio "Príncipe de Asturias de las Artes", convertendo-se no primeiro fotógrafo a receber esse galardão.

É um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar. Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano. "Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair" diz Sebastião Salgado. "Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de ideias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo".

Biografia

Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização Internacional do Café em 1973, e trocou a economia pela fotografia após viajar para a África levando emprestada a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado. Seu primeiro livro, Outras Américas, sobre os pobres na América Latina, foi publicado em 1986. Na sequencia, publicou Sahel: O Homem em Pânico (também publicado em 1986), resultado de uma longa colaboração de quinze meses com a ONG Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo, publicada e exibida sob o nome Trabalhadores rurais, um feito monumental que confirmou sua reputação como fotodocumentarista de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou sua atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou em Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo, publicados em 2000 e aclamados internacionalmente.
Na introdução de Êxodos, escreveu: "Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…" Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco, o respeito de Sebastião Salgado pelo seu objeto de trabalho e sua determinação em mostrar o significado mais amplo do que está acontecendo com essas pessoas criou um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental de toda a humanidade ao mesmo tempo que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, pobreza e outras injustiças.
Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuído generosamente com organizações humanitárias incluindo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional.Com sua mulher, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização comunitária em Minas Gerais. Em setembro de 2000, com o apoio das Nações Unidas e do UNICEF, Sebastião Salgado montou uma exposição no Escritório das Nações Unidas em Nova Iorque, com 90 retratos de crianças desalojadas extraídos de sua obra Retratos de Crianças do Êxodo. Essas impressionantes fotografias prestam solene testemunho a 30 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas crianças e mulheres sem residência fixa. Em outras colaborações com o UNICEF, Sebastião Salgado doou os direitos de reprodução de várias fotografias suas para o Movimento Global pela Criança e para ilustrar um livro da moçambicana Graça Machel, atualizando um relatório dela de 1996, como Representante Especial das Nações Unidas sobre o Impacto dos Conflitos Armados sobre as Crianças. Atualmente, em um projeto conjunto do UNICEF e da OMS, ele está documentando uma campanha mundial para a erradicação da poliomielite.
Sebastião Salgado foi internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho. Fundou em 1994 a sua própria agência de notícias, "As Imagens da Amazônia" , que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e sua esposa Lélia Wanick Salgado vivem atualmente em Paris, autora do projeto gráfico da maioria de seus livros. O casal tem dois filhos.
Em 1981, Sebastião Salgado "estoura" no cenário mundial ao ser o único fotógrafo a documentar a tentativa de assassinato do então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, o que lhe dá grande destaque internacional.
Brasileiro, radicado na França, Salgado é reconhecido mundialmente como um dos mestres da fotografia documental contemporânea. Nos anos 80 e 90 publica grandes fotorreportagens de denúncia social, em livros como Sahel: l'Homme en Détresse (1986), Trabalhadores (1993) e Terra (1997).
Quatro anos depois de ter sido publicado no exterior, o livro Trabalhadores, começa a ser vendido no Brasil, na segunda semana de março de 1997.
A obra, que levou sete anos para ser realizada, reúne 350 fotos de trabalhadores de várias partes do mundo em 400 páginas.

Prêmios

  • Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.
  • Prêmio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.
  • Prêmio World Press Photo
  • The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.
  • Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência' nos Estados Unidos.
  • Prêmio pela publicação do livro Trabalhadores.
  • Medalha da Inconfidência.
  • Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.
  • Prêmio Overseas Press Oub oí America.
  • Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.
  • Prêmio Unesco categoria cultural no Brasil.

Obras











ALGUMAS OBRAS DO AUTOR:
Going up the Serra Pelada mine (esquerda). Dispute between Serra Pelada gold mine workers and military police (direita). Brasil (1986).
Refugee from Gondan (esquerda). Gourma-Rharous (direita). Fotos do Mali (1985).
Children's ward in the Korem refugee camp (esquerda). Lado direito: Refugees in the Korem camp (direita). Fotos da Etiópia (1984).
Tigre (1985).
Índia (1990).
Wearing sheepskin to protect from cold and humidity (esquerda). Day of the Dead in San Vicente Nautec (direita). Fotos do Equador (1982).




















15 fotografias e respectivas legendas, selecionadas por Else R P Vieira, do livro Terra, de autoria do internacionalmente renomado Sebastião Salgado, considerado por muitos o melhor fotógrafo documental da atualidade (São Paulo: Companhia das Letras, 1997). As legendas, de autoria do próprio autor, tecem a narrativa verbal do drama dos despossuídos e migrantes no Brasil e da luta pela terra, nas suas diversas etapas. O fio da narrativa visual e verbal se entrelaça também à cadeia sonora de 4 músicas e respectivas letras, relacionadas à questão da terra do Brasil, de autoria do mais destacado compositor brasileiro, Chico Buarque de Hollanda. O prefácio ao livro é de autoria de José Saramago, o primeiro escritor em língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura. O livro é dedicado aos milhares de famílias sem terra no Brasil, cuja situação Salgado documentou em 1996. A exposição Terra, igualmente resultante desse trabalho, teve lugar em 1997 em 40 países e em mais de 100 cidades brasileiras. A exposição constituiu também o marco inicial das atividades, na Universidade de Nottingham, do presente projeto e website, As Imagens e as Vozes da Despossessão, juntamente com o evento Landless Voices, realizado em setembro de 2001 na Universidade de Nottingham. Em dezembro de 2002, como parte das atividades comemorativas da conclusão do projeto, a Universidade de Nottingham conferiu a Sebastião Salgado o título de Doutor Honoris Causa.
Sites utilizados para pesquisa: